Uma coisa é indiscutível: a menopausa provoca diversas mudanças no corpo feminino. Entre as mais significativas estão as alterações hormonais que impactam diretamente a saúde íntima e o funcionamento do assoalho pélvico. Nesse cenário, é muito importante procurar por profissionais especializados, que irão contribuir para que você viva essa nova realidade de uma maneira mais leve e confortável. E entre essas especializações, está a fisioterapia pélvica, que surge como uma aliada importante para prevenir e tratar disfunções que podem comprometer a qualidade de vida das mulheres.
Viviane Clarizia, fisioterapeuta especialista da Clínica Clarizia – Saúde da Mulher, sediada em Belo Horizonte, destaca que sintomas como perda urinária, dores pélvicas, ressecamento vaginal e prolapsos são comuns durante o climatério e a menopausa. E a boa notícia é que muitos desses sintomas podem ser amenizados ou até evitados com acompanhamento fisioterapêutico adequado.

Viviane ressalta que as mudanças hormonais dessa fase impactam diretamente a musculatura pélvica. “Com a queda dos níveis hormonais do estrogênio, que começa no climatério e se acentua na menopausa, ocorre o enfraquecimento dos músculos do assoalho pélvico, além de ressecamento vaginal, dores pélvicas, disfunções urinárias e prolapsos dos órgãos pélvicos”, explica a fisioterapeuta.
COMO A FISIOTERAPIA PÉLVICA AJUDA NA MENOPAUSA?
O tratamento fisioterapêutico tem como objetivo fortalecer, relaxar e melhorar o controle dos músculos do assoalho pélvico, fundamentais para funções como continência urinária, suporte dos órgãos pélvicos e função sexual.
Por meio de exercícios específicos e técnicas terapêuticas, a fisioterapia pode trazer excelentes resultados, que irão impactar diretamente na qualidade de vida da paciente. De acordo com Viviane Clarizia, os exercícios também trazem benefícios importantes para a saúde íntima.
“A fisioterapia ajuda a fortalecer, relaxar ou controlar com consciência corporal os músculos do assoalho pélvico. Isso melhora o controle urinário, previne prolapsos e também estimula o fluxo sanguíneo na região pélvica, o que pode aliviar a secura vaginal”, afirma.
Além dos benefícios físicos, o tratamento também contribui para melhorar o bem-estar e a qualidade de vida, permitindo que muitas mulheres retomem atividades cotidianas e a vida sexual com mais conforto e segurança.
TRATAMENTOS UTILIZADOS NA FISIOTERAPIA PÉLVICA
O tratamento começa sempre com uma avaliação individualizada, que identifica as principais necessidades da paciente. A partir dessa análise, o fisioterapeuta pode elaborar um plano terapêutico que inclui diferentes abordagens.
“Com base na avaliação, elaboro um plano de tratamento que pode incluir exercícios de fortalecimento, técnicas de relaxamento, biofeedback e eletroestimulação. Também associamos tecnologias como radiofrequência e laser para potencializar os resultados”, diz Viviane Clarizia.
QUANDO PROCURAR A FISIOTERAPIA PÉLVICA?
Muitas mulheres ainda acreditam que sintomas como perda urinária ou dor durante a relação sexual são consequências naturais da idade. No entanto, especialistas reforçam que esses sinais devem ser investigados e tratados. E o acompanhamento fisioterapêutico é essencial para reverter esses quadros.

Como destaca Viviane Clarizia, o ideal é procurar ajuda assim que os primeiros sinais aparecem. “O momento ideal é quando ocorre alguma disfunção, como dor durante a relação sexual, perda de urina ou dificuldade para segurar o xixi. A fisioterapia pélvica também pode ser indicada na gravidez, no pós-gestação e durante o climatério e a menopausa”, orienta.
SAÚDE ÍNTIMA AINDA É UM TABU
A Clínica Clarizia – Saúde da Mulher nasceu justamente para quebrar esse tabu. Com um corpo clínico especializado e multidisciplinar, que trabalha em conjunto, as profissionais tem o objetivo de garantir saúde e bem-estar para cada paciente.
Você está na menopausa e quer saber mais sobre o atendimento da clínica? Visite o @clarizia.saudedamulher e agende uma consulta!
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.