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Talento mineiro: Conheça a cantora Gabi Mello

  • por em 23 de março de 2020

Quem nos acompanha sabe bem que amamos valorizar talentos mineiros das mais diferentes vertentes. E é claro que quando o assunto é música, isso não seria diferente. Em tempos de ficar em casa, que tal aproveitar para conhecer o trabalho de novos nomes, nas plataformas digitais?

Entre os jovens talentos que têm se despontado no cenário musical mineiro está a Gabi Melo. Nome já conhecido de muita gente que curte a noite belorizontina, a artista reúne em seu trabalho uma mescla de diferentes estilos musicais, como o blues, o jazz, o rock e o pop.

E, na última sexta-feira, Gabi lançou um novo trabalho intitulado, “Hora Errada”, que conta com um videoclipe super bem produzido, com uma estética linda. E aproveitando o lançamento, vamos apresentar para vocês um pouco dessa artista.

Quem é Gabi Mello?

Na primeira vez em que subiu ao palco, Gabi tinha apenas quatorze anos e, desde então, não parou mais. Na época, suas referências eram aquelas que qualquer adolescente que cresceu nos anos 90 também teve: “Queria ser uma Spice Girl ou Paquita (mesmo não sendo loira) e montei até fã clube dos Backstreet Boys. Meus dias eram na MTV, locadoras e bancas de revista, acompanhando sempre as novidades do mundo musical, principalmente no Pop”, relembra.

Com os estudos musicais que passaram a fazer parte da sua vida, a cantora passou a se dedicar ao Jazz e ao Blues, estilos que continuam no seu DNA até hoje. Recentemente, ela fez uma apresentação super intimista em BH, em que pode mostrar mais profundamente essa paixão pelo jazz. “Esse show é um dos nossos queridinhos, além do autoral! Sentimos prazer do início ao fim. E tem a nossa cara, pois fazemos versão de várias músicas pop”.

Quem a acompanha nas redes sociais sabe que a cantora trabalha ao lado do seu marido, o músico e produtor musical Adriano Aquino. Ela conta que essa parceria já tem mais de 16 anos. O que era uma amizade, virou amor, casamento e, inevitavelmente, música boa. “O relacionamento foi uma surpresa até pra nós. Ele sempre produziu minhas músicas e tocou comigo e, agora em casa, não seria diferente! Sou fã”, se declara.

Estilo

O visual da cantora tanto nos palcos, quanto fora dele, é outro ponto que chama a atenção. Entre suas referências está o Hip Hop, além do rock. Suas várias tatuagens, claro, conversam super bem com esses estilos e dão aquele toque de personalidade único. “Como tenho muitas tattoos, às vezes uma camiseta branca já monta o look e, apesar de curtir muito brilho e neon, adoro um basiquinho”.

Entre as peças que estão sempre presentes em suas produções, nunca falta um belo – e confortável – par de tênis, além de shorts e saias de cintura alta e croppeds.

Novo trabalho: “Hora Errada”

A nova música conta um pouco de uma relação que não deu certo pelo momento de ambos, sendo que uma das partes não sabia muito bem o que estava acontecendo. Quem nunca, né?

Com um videoclipe bem conceitual, moderno e diferente de tudo que já fez, Gabi mostra uma nova faceta. E como não para, já está pensando nos próximos trabalhos. “Nesse primeiro trimestre lançamos uma música por mês, o que foi uma experiência bacana, mas trabalhosa. Temos mais um lançamento agendado para o dia 03/04 e, depois dele, virão outros, mas com um intervalo um pouco maior. O Coronavírus mudou muita coisa na agenda de todos, mas temos que tentar não perder o foco e continuar seguindo em frente”, conta.

Quando o assunto são seus sonhos para o futuro, Gabi não foge à regra e, assim como qualquer músico, sonha em ter sua arte reconhecida pelo maior número de pessoas possível. “Quero levar meu som para onde ainda não conseguimos chegar. O que vivemos hoje, com os fãs e shows, já é um reconhecimento do trabalho e sou muito grata por isso, mas ainda falta um longo caminho pela frente”.

E se é para sonhar alto, ela aponta quais seriam aqueles duetos mais desejados: “Vou pensar grande e citar meus dois maiores ídolos: Dave Grohl (que eu tive a honra de conhecer no ano passado) e Pink”.

Já imaginou uma parceria dessas no Mineirão? Que os deuses da música aprovem!

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.